Funcionários de banco apanham de pau e pedra ao perseguir suspeitos de roubo em Campo Grande

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Funcionários de um banco de São Paulo que estavam em Campo Grande a trabalho viveram momentos de tensão na tarde de domingo após serem vítimas de um roubo e tentarem recuperar os aparelhos celulares levados pelos suspeitos. A confusão terminou com três pessoas presas e foi registrada por moradores da região central da cidade.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram parte do confronto. Em um dos trechos do vídeo, um homem vestindo camiseta e boné brancos aparece segurando um pedaço de madeira e tenta atingir uma das vítimas. Em seguida, ele golpeia um veículo estacionado próximo ao local.

Os trabalhadores tentam se defender arremessando pedras, mas o grupo continua avançando. Durante a confusão, um dos envolvidos aproveita a movimentação para retirar objetos da carroceria de um veículo estacionado nas proximidades. Segundo as imagens, ele leva uma caixa de ferramentas.

O vídeo termina com os agressores descendo a Rua Joaquim Nabuco, enquanto os funcionários retornam até uma esquina da via. Um morador da região, de 27 anos, que preferiu não se identificar, afirmou que situações semelhantes são frequentes naquele ponto da cidade.

De acordo com o boletim de ocorrência, os envolvidos são funcionários de um banco paulista que estavam hospedados próximo ao local dos fatos. Eles seguiam para uma lanchonete quando foram abordados por três usuários de drogas, sendo que um deles estaria armado.

Durante a ação criminosa, dois celulares foram roubados. Após o crime, os trabalhadores decidiram seguir os suspeitos na tentativa de recuperar os aparelhos, o que resultou na confusão registrada em vídeo.

Foram presos Jeferson Alexandre Brasil Pimenta Leal, de 35 anos, Juan Carlos Ocampos, de 31 anos, e Katia Mara da Silva Xavier, de 37 anos. Os três foram reconhecidos pelas vítimas e encaminhados à delegacia.

Apesar da violência da ocorrência, os trabalhadores não sofreram ferimentos graves. Após audiência de custódia, a Justiça converteu a prisão em flagrante dos suspeitos em prisão preventiva.