Guarda Civil Metropolitano se envolve em confusão por dívida de R$ 1,2 mil em casa de prostituição em Campo Grande

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Uma discussão por causa de uma dívida de aproximadamente R$ 1,2 mil terminou em agressões físicas e ameaça com uma arma de pressão na noite desta quarta-feira (1º), na Vila Carvalho, em Campo Grande. Os envolvidos foram encaminhados para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol, onde prestaram depoimento.

De acordo com o boletim de ocorrência, um grupo formado por cinco homens esteve em um estabelecimento, onde consumiu bebidas alcoólicas e contratou programas com as profissionais que trabalham no local. Antes do fechamento da conta, três dos clientes deixaram o imóvel.

Segundo a proprietária, um dos homens teria assumido a responsabilidade de pagar toda a despesa do grupo. No entanto, no momento do acerto, ele quitou apenas parte do valor e se recusou a pagar o restante, deixando um débito estimado em R$ 1,2 mil.

A cobrança resultou em uma discussão que rapidamente evoluiu para agressões. Conforme o registro policial, o proprietário do estabelecimento tentou impedir que os clientes deixassem o local, iniciando uma luta corporal.

Durante a confusão, o homem teria pegado uma arma de pressão semelhante a uma pistola e apontado o equipamento para os clientes. A Polícia Militar foi acionada e encontrou todos os envolvidos bastante exaltados, sendo necessário o apoio de outras equipes para controlar a situação.

Inicialmente, a arma não foi localizada, mas acabou sendo encontrada no quintal do imóvel. A polícia constatou que se tratava de uma pistola de pressão movida a CO².

Na delegacia, os envolvidos apresentaram versões divergentes sobre quem seria o responsável pelo pagamento da conta. Um dos clientes negou ter assumido a dívida, enquanto outro afirmou que o amigo havia garantido que faria o pagamento integral.

O homem apontado como responsável pela dívida confirmou ser guarda civil metropolitano. Conforme o boletim de ocorrência, ele não se identificou como agente de segurança durante a confusão e não portava arma de fogo.

O caso foi registrado na Depac Cepol como lesão corporal dolosa, ameaça, estelionato e manutenção de casa de prostituição. As circunstâncias do episódio serão apuradas pela Polícia Civil.