O Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) detalhou, nesta quarta-feira (8), a execução a tiros de Luan Felipe Pereira Santana, de 25 anos, ocorrida na noite de terça-feira (7), no bairro Maria Aparecida Pedrossian, em Campo Grande (MS).
De acordo com o comandante da unidade, coronel Rigoberto Rocha da Silva, o crime foi um “acerto de contas, planejado e premeditado”.
Seis homens foram presos em flagrante por envolvimento na execução. Todos estão custodiados no Centro Integrado de Polícia Especializada (CEPOL) e devem passar por audiência de custódia nas próximas horas.
A investigação começou logo após a prisão do primeiro suspeito, um jovem de 20 anos, que havia se encontrado com a vítima minutos antes do assassinato. Durante o interrogatório, ele acabou entregando os demais participantes do grupo.
Segundo o coronel Rocha, o crime teve origem em um desentendimento anterior envolvendo uma ex-namorada da vítima. Em um episódio anterior, Luan teria se envolvido em uma briga corporal, deixando um dos rivais hospitalizado — o que teria motivado o ataque.
A execução aconteceu em uma praça pública, na Rua João Francisco Damaceno, esquina com a Avenida Orlando Daroz. A vítima foi atraída até o local pelos suspeitos. Um dos integrantes do grupo, armado, entrou no veículo onde estavam os demais e disparou três vezes contra Luan — dois tiros atingiram a cabeça e um o tronco, conforme informou o BPChoque.
Após o crime, as equipes do batalhão localizaram os suspeitos em uma residência no bairro Cabreúva, onde, segundo o comandante, eles estavam “quase comemorando a ação criminosa”. O motorista do carro usado na execução foi o último a ser detido.
Durante a perícia, foram encontrados com a vítima uma faca e uma pequena porção de maconha. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.





